2025 foi marcado por uma explosão de cor no mundo da alta relojoaria. Como há muito não se via. Aos azulões e verdes mais habituais juntou-se uma paleta de cores ainda mais fortes, ousadas e divertidas, prontas a chamar a atenção para o pulso.
O ano que passou foi desafiante para a relojoaria mundial, afetada pela subida do preço do ouro e pelos focos de instabilidade que continuam a surgir— com destaque para as hostilidades na Ucrânia e para o jogo das tarifas de Donald Trump. Tudo isso contribuiu para fazer disparar o custo das matérias-primas à entrada da fábrica, aumentando o preço final dos relógios à saída.
Não que tenha sido um mau ano, no final, especialmente no que toca à criatividade, com muitas marcas de relógios a procurarem destacar-se com modelos mais arrojados, de tonalidades diferentes e cores vivas — para que, quando se olha para as horas, se olhe com um sorriso no rosto.
No que toca a este cantinho à beira-mar plantado, é verdade que continuamos a seguir o credo do “quanto mais discreto melhor”, mas era bom que espreitássemos para o que se faz por essa Europa fora, porque bem precisamos de um pouco mais de cor nas nossas vidas.
Para mais, não há desculpas: temos relógios de marcas reputadas, modelos masculinos, femininos e unissexo. Desportivos, mais elegantes, em praticamente todos os feitios, estilos e para (quase) todas as bolsas. Só não temos é relógios chatos.
































