No Dia da Mãe, a 3 de maio, Lisboa troca presentes por tempo partilhado num chic-nic (a abreviatura para um piquenique muito chique). “Um Domingo na Avenida” leva a gastronomia e a música da Avenida da Liberdade ao Parque Eduardo VII.
A 3 de maio, Lisboa encontra um novo pretexto para se reunir. O Parque Eduardo VII deixa de ser apenas passagem e torna-se destino, num chic-nic que transporta a energia da Avenida da Liberdade para o relvado.
É neste cenário, com vista aberta sobre a cidade, que nasce a primeira edição de “Um Domingo na Avenida”, um projeto da LOHAD – a mesma equipa que deu vida ao The Presidential Train, distinguido internacionalmente, e que criou o Chefs on Fire – em parceria com a Associação Avenida. A proposta é trazer para o espaço público aquilo que habitualmente se vive entre portas – a gastronomia, a música, o encontro – e fazê-lo com uma curadoria que respeita o contexto e eleva a experiência.
Durante uma tarde, 10 dos restaurantes mais emblemáticos da Avenida da Liberdade – entre eles Addiction; Cervejaria Liberdade; Cura; Davvero; Eleven; Ritz Four Seasons; Praia No Parque; Rubro e Selllva – deixam os seus espaços e instalam-se no parque com propostas de assinatura, compondo um percurso gastronómico pensado para partilhar. São 10 pratos, distintos na abordagem, mas coerentes no conjunto, acompanhados por uma garrafa de vinho à escolha – tinto, branco ou rosé – que acompanha o ritmo mais lento do dia.
A música assume um papel estruturante. A Orquestra Académica Metropolitana abre o programa (às 15h00) com um registo clássico e envolvente, criando um primeiro momento de contemplação, ao qual se segue o concerto de David Fonseca (17h00), numa atuação que aproxima o palco do público e prolonga a ideia de intimidade que atravessa todo o evento.
O conceito é simples – e talvez por isso funcione: estender a toalha, abrir o cesto e ficar. O Parque Eduardo VII transforma-se num espaço habitável, onde cada família ou grupo de amigos define o seu próprio tempo, sem imposições ou percursos rígidos. Há serviço, há organização, há tecnologia – através da aplicação que permite pedidos diretos – mas tudo recua para dar lugar a uma experiência de chic-nic que se quer contínua e sem fricção.
Os bilhetes acompanham essa lógica de escolha. A partir de 150 euros, o acesso inclui o percurso gastronómico completo para duas pessoas, com os dez pratos e o vinho. Para quem quiser prolongar a experiência para lá da tarde, existe a opção de 300 euros, que integra também um cesto de piquenique exclusivo – não como acessório, mas como objeto pensado para permanecer.
Com o apoio da Lisboa Cultura, do Turismo de Lisboa e da Visit Portugal, “Um Domingo na Avenida” posiciona-se desde a primeira edição como um momento cuidado dentro da agenda da cidade. Não procura escala massificada, prefere a proximidade, a atenção ao detalhe e uma certa ideia de elegância que não precisa de se afirmar.
No Dia da Mãe, o gesto muda de forma. Em vez de mais um presente banal, oferece-se tempo – com vista sobre Lisboa, um copo na mão e a sensação de que não há mais nada urgente para fazer.
Um Domingo na Avenida
Parque Eduardo VII, Lisboa
3 de maio (Dia da Mãe), das 11h30 às 18h00
Orquestra Académica Metropolitana + David Fonseca
Experiência gastronómica com 10 pratos de restaurantes da Avenida da Liberdade
150 euros (para 2 pessoas) | 300 euros (com cesto exclusivo)
umdomingonavenida.pt







